Da maior ciclorrota de São Paulo às primeiras pedaladas na escola, agosto reuniu diferentes frentes de atuação do Aromeiazero em torno da bicicleta, dos territórios, da infância, da cultura e das cidades.
Agosto começou sobre duas rodas. No dia 8, o Encontro da Trilha Interparques reuniu mais de 120 pessoas na maior ciclorrota de São Paulo. A experiência aproximou quem participou das paisagens do extremo sul da cidade e das possibilidades de conexão entre bicicleta, natureza e cicloturismo.
Rodinha Zero II chega a Mogi das Cruzes
O mês também marcou as primeiras atividades do Rodinha Zero II em Mogi das Cruzes, em parceria com a Coordenadoria da Primeira Infância e com apoio da Lei de Incentivo ao Esporte.
As atividades integraram a programação do Agosto Verde e levaram a bicicleta para as escolas como uma ferramenta para estimular autonomia, confiança e desenvolvimento integral, além de criar oportunidades para que as crianças vivenciem experiências para além das telas.
Quatro dias pensando o presente e o futuro da bicicleta
Entre os dias 20 e 23 de agosto, o Aromeiazero participou da construção do 1º Simpósio de Mobilidade Ativa, durante o Shimano Fest.
Ao longo de quatro dias, diferentes setores se reuniram para discutir onde a bicicleta está hoje e o que ainda precisamos transformar para que ela ocupe mais espaço nas cidades. Com o apoio da Shimano, de Renata Falzoni e do Consulado dos Países Baixos em São Paulo, o encontro colocou no centro do debate a construção de cidades mais humanas, sustentáveis e resilientes.
14 anos de Bike Arte
Agosto também foi mês de abrir o arquivo do Aro e voltar a 2012, quando aconteceu a primeira edição do Bike Arte, nas ruas do centro de São Paulo.
Quatorze anos depois, o festival já soma 22 edições, levando arte, bicicleta e cidadania para diferentes cidades brasileiras e construindo sua trajetória junto a artistas, coletivos e territórios.
Datas para celebrar e também refletir
No Dia Nacional do Ciclista, entramos na trend para celebrar a bicicleta como uma escolha possível para mais pessoas e como caminho para cidades menos violentas e mais resilientes.
Já no Mês do Voluntariado, propusemos uma reflexão sobre o papel do voluntariado corporativo: mais do que uma ação pontual no calendário, seu impacto precisa ser pensado, acompanhado e avaliado ao longo de todo o ano.
Agosto foi irado demais. E setembro já está em movimento.



